HU-Univasf recebe R$ 1,9 milhão de emenda parlamentar para compra de equipamentos
Confira como fica lista de medicamentos ofertados pelo Farmácia Popular
A partir desta semana, mais dez medicamentos passam a ser distribuídos de forma gratuita pelo programa Farmácia Popular. A lista inclui remédios para tratar colesterol alto, doença de Parkinson, glaucoma e rinite. Até então, somente medicações contra diabetes, hipertensão, asma e osteoporose, além de anticoncepcionais, podiam ser retiradas de graça em unidades credenciadas.
Com a atualização anunciada esta semana, 39 dos 41 itens ofertados pelo Farmácia Popular passam a ser distribuídos gratuitamente. Para os demais medicamentos e insumos disponibilizados pelo programa, o Ministério da Saúde já arcava com até 90% do valor de referência e o cidadão pagava o restante, de acordo com o valor praticado pela farmácia.
Confira a lista completa abaixo, conforme indicação médica:
Asma
– brometo de ipratrópio 0,02mg
– brometo de ipratrópio 0,25mg
– dipropionato de beclometasona 200mcg
– dipropionato de beclometasona 250mcg
– dipropionato de beclometasona 50mcg
– sulfato de salbutamol 100mcg
– sulfato de salbutamol 5mg
Diabetes
– cloridrato de metformina 500mg
– cloridrato de metformina 500mg – ação prolongada
– cloridrato de metformina 850mg
– glibenclamida 5mg
– insulina humana regular 100ui/ml
– insulina humana 100ui/ml
Hipertensão
– atenolol 25mg
– besilato de anlodipino 5 mg
– captopril 25mg
– cloridrato de propranolol 40mg
– hidroclorotiazida 25mg
– losartana potássica 50mg
– maleato de enalapril 10mg
– espironolactona 25 mg
– furosemida 40 mg
– succinato de metoprolol 25 mg
Anticoncepcionais
– acetato de medroxiprogesterona 150mg
– etinilestradiol 0,03mg + levonorgestrel 0,15mg
– noretisterona 0,35mg
– valerato de estradiol 5mg + enantato de noretisterona 50mg
Osteoporose
– alendronato de sódio 70mg
Dislipidemia
– sinvastatina 10mg
– sinvastatina 20mg
– sinvastatina 40mg
Doença de Parkinson
– carbidopa 25mg + levodopa 250mg
– cloridrato de benserazida 25mg + levodopa 100mg
Glaucoma
– maleato de timolol 2,5mg
– maleato de timolol 5mg
Rinite
– budesonida 32mcg
– budesonida 50mcg
– dipropionato de beclometasona 50mcg/dose
Dignidade menstrual
– absorvente higiênico (para pessoas em situação de vulnerabilidade e estudantes da rede pública)
Copagamento
De acordo com a lista atualizada do programa, os seguintes itens do Farmácia Popular permanecem na modalidade de copagamento, onde o ministério arca com até 90% do valor de referência e o cidadão paga o restante, de acordo com o valor praticado pela farmácia:
– dapagliflozina 10 mg (indicado para o tratamento de diabetes associada a doença cardiovascular)
– fralda geriátrica (quadros de incontinência)
O programa
Criado em 2004 com o objetivo de disponibilizar medicamentos e insumos de saúde, o Farmácia Popular, segundo dados do governo federal, está presente em 85% dos municípios brasileiros – cerca de 4,7 mil cidades – e conta com uma lista de mais de 31 mil estabelecimentos credenciados em todo o país, com capacidade para atender 96% da população brasileira.
A expectativa do Ministério da Saúde é universalizar o programa, cobrindo 93% do território nacional. Segundo a pasta, foram credenciadas 536 novas farmácias em 380 municípios de referência do Programa Mais Médicos, com 352 cidades do Norte e Nordeste recebendo a primeira unidade cadastrada.
“Para alcançar a meta, o credenciamento de novas farmácias e drogarias foi aberto em 811 cidades de todas as regiões do país, com prioridade para os municípios que participam do Mais Médicos – uma estratégia que visa a diminuição dos vazios assistenciais”, informou o ministério.
Edição: Maria Claudia/Agência Brasil
Farmácia Popular passa a oferecer 95% dos medicamentos gratuitamente
A partir desta quarta-feira (10), 95% dos medicamentos e insumos fornecidos pelo Programa Farmácia Popular passam a ser distribuídos de forma gratuita. De acordo com o Ministério da Saúde, remédios para tratar colesterol alto, doença de Parkinson, glaucoma e rinite, por exemplo, já podem ser retirados de graça em unidades credenciadas.
A lista completa de medicamentos e insumos disponibilizados pode ser acessada aqui. Já a lista de farmácias e drogarias credenciadas ao programa pode ser acessada aqui. A expectativa da pasta é que cerca de 3 milhões de pessoas que já utilizam o programa sejam beneficiadas. “Em média, isso pode gerar uma economia para os usuários de até R$ 400 por ano”.
Entenda
O Farmácia Popular oferta, atualmente, 41 itens entre fármacos, fraldas e absorventes. Até então, somente medicamentos contra diabetes, hipertensão, asma e osteoporose, além de anticoncepcionais, eram distribuídos de forma gratuita.
Para os outros remédios e insumos, o ministério arcava com até 90% do valor de referência e o cidadão pagava o restante, de acordo com o valor praticado pela farmácia. Com a atualização, 39 dos 41 itens de saúde distribuídos podem ser retirados de graça.
O programa
O Farmácia Popular foi criado em 2004 com o objetivo de disponibilizar medicamentos e insumos de saúde. No ano passado, passou a incluir remédios para osteoporose e anticoncepcionais e, este ano, adotou também a distribuição de absorventes para pessoas em situação de vulnerabilidade e estudantes da rede pública.
Dados do governo federal indicam que o programa está presente em 85% dos municípios brasileiros, cerca de 4,7 mil cidades, e conta com mais de 31 mil estabelecimentos credenciados em todo o país, com capacidade para atender 96% da população brasileira. “A expectativa do Ministério da Saúde é universalizar o programa, cobrindo 93% do território nacional”.
“Já foram credenciadas 536 novas farmácias em 380 novos municípios de referência do Programa Mais Médicos, com 352 cidades do Norte e Nordeste recebendo a primeira unidade cadastrada. Para alcançar a meta, o credenciamento de novas farmácias e drogarias foi aberto em 811 cidades de todas as regiões do país, com prioridade para os municípios que participam do Mais Médicos – uma estratégia que visa a diminuição dos vazios assistenciais.”
Edição: Maria Claudia/Agência Brasil
A importância da Comissão de Pele dentro de uma unidade hospitalar
As lesões na pele são um problema de saúde que podem trazer graves consequências na qualidade de vida e acarretar outras patologias. Para tratar de forma específica e com um acompanhamento terapêutico, o Hospital dos Servidores do Estado (HSE) possui uma comissão especializada em lesões, cicatrizações, retiradas de pontos e acompanhamento de úlceras de pressão. É a Comissão de Pele, que fará 29 anos de atuação.
Formada por 15 profissionais, entre eles 11 técnicos de enfermagem e quatro enfermeiras, a comissão atende mensalmente um público que varia entre 800 e 1.200 beneficiários do Sistema de Assistência à Saúde dos Servidores do Estado de Pernambuco (Sassepe). “Nossos atendimentos acontecem em pacientes que estão internados, e que de acordo com o estado geral podem desenvolver lesão por pressão (LPP); pessoas que já chegam com lesões no Hospital e o acompanhamento de pacientes que desenvolvem lesões oriundas de outras doenças, a exemplo dos diabéticos e pacientes vasculares”, explica a chefe da Comissão de Pele do HSE, Fátima Costa.
A professora aposentada, Maria Letícia de Assis Araújo, procurou a comissão para retirada de pontos de uma cirurgia que tinha feito de urgência na região do abdome. “Muito bom chegar aqui e sem burocracia nenhuma já ser logo atendido”.
De acordo com Fátima Costa, especialista na área dermatológica, são os pacientes vasculares e os que estão internados que demandam mais da Comissão. “Ficar muito tempo internado, acamado, em contato com o tecido às vezes desenvolve úlceras. Esses pacientes precisam de observaç
Combate à dengue: Petrolina é a primeira cidade do nordeste com território protegido Método Wolbachia


OMS lança diretrizes inéditas para tratamento contra o tabagismo
A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou nesta terça-feira (2) um conjunto de intervenções contra o tabagismo, incluindo apoio comportamental a ser oferecido por profissionais de saúde, intervenções digitais e tratamentos farmacológicos. Esta é a primeira vez que a entidade apresenta diretrizes para o tratamento contra o tabagismo.
A proposta, segundo a OMS, é ajudar mais de 750 milhões de usuários de tabaco que desejam abandonar o consumo de diversos derivados do tabaco, incluindo os tradicionais cigarros, narguilés, produtos de tabaco sem combustão, charutos, tabaco de enrolar e produtos de tabaco aquecido (HTP).
“Essas diretrizes representam um marco crucial na nossa batalha global contra esses produtos perigosos”, avaliou o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus. A estimativa da entidade é que mais de 60% dos 1,25 bilhões de usuários de tabaco em todo o mundo – mais de 750 milhões de pessoas – desejam parar de fumar, mas 70% não têm acesso a serviços eficazes.
Recomendações
De acordo com a OMS, a combinação de farmacoterapia com intervenções comportamentais aumenta significativamente as taxas de sucesso no abandono do tabagismo. “Países são incentivados a fornecer esses tratamentos sem custos ou com custos reduzidos para melhorar a acessibilidade, especialmente em nações de baixa e média renda”.
Dentre as diretrizes, a entidade recomenda o uso de vareniclina, medicamento que tem a função de diminuir o desejo intenso de fumar, além de aliviar crises de abstinência (sintomas mentais e físicos que ocorrem após a interrupção ou diminuição do consumo da nicotina).
Outra recomendação é a terapia de reposição de nicotina (TRN), que pode ser feita, segundo critério clínico, utilizando goma de mascar de nicotina, pastilha de nicotina ou adesivo transdérmico de nicotina.
As diretrizes incluem ainda medicamentos como bupropiona ou cloridrato de bupropiona (antidepressivo) e citisina (fármaco à base de plantas) no tratamento contra o tabagismo.
A OMS também recomenda intervenções comportamentais, incluindo aconselhamento breve com profissionais de saúde, com tempo médio de 30 segundos a três minutos, oferecido como rotina em ambientes de cuidados em saúde, além de apoio comportamental mais intensivo por meio de aconselhamento individual, em grupo ou por telefone.
Dentre as intervenções digitais sugeridas pela entidade estão mensagens de texto, aplicativos para smartphone e programas de internet a serem utilizados como “complementos ou ferramentas de autogestão”.
Edição: Valéria Aguiar/Agência Brasil
Hospital Dom Malan cria projeto de crochê para mães acompanhantes dos pacientes da UTI pediátrica
Todas as terças-feiras, as mães acompanhantes dos pacientes da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) pediátrica do Hospital Dom Malan da rede estadual de saúde em Petrolina, no Sertão de Pernambuco npassam pelo menos duas horas numa atividade diferente. São assistidas pelo programa “Crochetando Amor” implantado pelo Serviço Social do HDM Ismep. “Tendo em vista o longo tempo de internamento que as crianças ficam internadas na UTI do Hospital Dom Malan Ismep e consequentemente suas mães, sentimos a necessidade de manejar o estresse dessas mães e criar um momento de descontração, e junto com a coordenação da UTI nós idealizamos o projeto ‘Crochetando amor’, com duas professoras de crochê e todo o material recebido de doações, ” explicou a assistente social, Lidione Brito Souto.
Dona Maria de Lurdes Gomes, de 64 anos é uma das professoras voluntárias de crochê. “Eu moro sozinha e quando eu chego aqui eu esqueço dos problemas do dia a dia, me dedico a essas mães e para mim é como uma terapia também, ” contou.
A dona de casa Leidiane Lima, 38 anos, é mãe de Cecília de 1 ano e dois meses. A filha está internada há um ano na UTI do HDM Ismpe. ” É estressante passar tanto tempo num ambiente de hospital. O croché é bom porque distrai a gente e tira um pouco dessa rotina que a gente vive. Estou aprendendo crochê e vou fazer uma tiara linda para minha filha.”
A trabalhadora rural Marileide Diniz, 29 anos, está com Ester, de 8 meses, internada na UTI, e é uma aluna dedicada ao crochê. “ Eu já sabia fazer um pouco de crochê. Não tecia muita coisa, mas tinha noção. Estou aprendendo mais e vou fazer peças lindas, ” relatou empolgada.
“Nós já percebemos os bons resultados do projeto. Já vimos toquinhas feitas pelas mães e o melhor de tudo é o emocional delas que está recebendo cuidados, ” destaco Lidione.
Por: Assessoria de Comunicação HDM Ismep
Simão Durando assina acordo para implantação de hospital oftalmológico da Fundação Altino Ventura
Dia histórico para a área da saúde em Petrolina. Sonho antigo da população, o município pernambucano contará em breve com uma unidade do Hospital oftalmológico da Fundação Altino Ventura (FAV). A assinatura do protocolo de intenções aconteceu nesta terça-feira (2) pelo prefeito Simão Durando e pelo presidente da fundação, Marcelo Ventura. No acordo, a prefeitura doará o terreno e a FAV irá implantar a primeira unidade do sertão do São Francisco que será referência em oftalmologia na região.
O evento contou com a presença do ex-prefeito Miguel Coelho, da equipe médica da diretoria da Fundação, além de vereadores e lideranças. A unidade será uma instituição pública sem fins lucrativos e vai possibilitar que centenas de petrolinenses façam seus tratamentos perto de casa sem a necessidade de deslocamento para a capital pernambucana. O objetivo é ofertar o serviço de urgência e emergência, consultas, exames e cirurgias oftalmológicas. Para a implantação da unidade serão investidos mais de R$ 40 milhões. A estrutura contará com salas cirúrgicas, consultórios, centro de diagnóstico, emergência, auditório, áreas de apoio, espaço de convivência, entre outras. A expectativa é que depois de pronto o hospital oferte mais de 312 mil procedimentos anual.
Outra boa notícia anunciada pelo prefeito Simão Durando é a antecipação dos serviços enquanto o prédio fica pronto. Será destinada uma área dentro das estruturas da prefeitura para o atendimento através da Fundação. O gestor petrolinense ressaltou que esse é um marco para a assistência à saúde de Petrolina e região.
“Hoje eu estou emocionado em dar o pontapé inicial nesse sonho que é trazer a Fundação Altino Ventura para nossa cidade. Tenho relatos de pessoas que rodavam 800 km para fazer um procedimento que durava menos de 10 minutos. Agora, teremos essa assistência perto de casa com a mesma qualidade do que é ofertado na capital. Esse é um dia que ficará na história de Petrolina. É assim que trabalhamos, buscando parcerias, facilitando a vida das pessoas e cuidando do nosso povo. Não estamos aqui para apresentar desculpas à população, estamos trabalhando para trazer soluções e apresentar resultados. Quero agradecer a toda equipe da fundação que abraçou o nosso sonho. Sejam bem-vindos a Petrolina. Essa cidade recebe vocês de braços abertos”, agradeceu.
O presidente da Fundação, Marcelo Ventura, ressaltou a grandiosidade que será a instituição. “Ela vai trazer tecnologia, pessoas qualificadas para trabalhar, emprego e renda, uma assistência completa de tudo que a oftalmologia exigir. Dizer que vamos ter uma instituição de nível nacional. Vamos fazer um polo que o Brasil ficará orgulhoso de todos nós e de Petrolina. Não espere que vamos chegar aqui e não vamos resolver os problemas, esse será um compromisso nosso”, concluiu.
A Fundação Altino Ventura (FAV) foi fundada em 13 de outubro de 1986. É uma instituição filantrópica, de utilidade pública municipal, estadual e federal. Toda assistência clínica, cirúrgica e de emergência oftalmológica oferecida aos pacientes da população de baixa renda pela Fundação Altino Ventura é feita 100% através do Sistema Único de Saúde (SUS). Através de diversos projetos de combate à cegueira e reabilitação visual já beneficiou 145, dos 185 municípios do estado de Pernambuco.
Início das férias – Quais os danos do uso nocivo das telas?
Com o início das férias escolares e, consequentemente, com mais tempo livre em casa, as crianças e jovens podem acabar ficando mais tempo em frente às telas do que o tempo recomendado. Psicóloga educacional da Rede SESI de Educação, Rafaela Souza explica que, de acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), os principais problemas que o uso abusivo do celular e da internet podem causar são o risco de Dependência Digital e Uso Problemático das Mídias Interativas, que já figuram como problemáticas de saúde na Classificação Internacional de Doenças – CID 11.
“O uso excessivo também pode provocar outros quadros relativos à saúde mental como irritabilidade, ansiedade e depressão, transtornos do déficit de atenção e hiperatividade e do sono. Na alimentação, pode causar sobrepeso, anorexia ou bulimia. Além de transtornos da imagem corporal e da autoestima ou comportamentos autolesivos”, elencou a profissional de saúde.
Para Rafaela Souza, estabelecer um diálogo com a criança explicando os prejuízos que determinadas situações lhe causam a curto e longo prazo deve ser uma das primeiras atitudes que os responsáveis devem ter diante de crianças e jovens que não querem sair de frente das telas. “É necessário estabelecer uma rotina de uso com tempo e acesso limitados e controlado pelos responsáveis, que devem se ater as orientações do tempo de uso dependendo da faixa etária de desenvolvimento. Se com a retirada das telas o comportamento se alterar muito, talvez seja hora de procurar apoio profissional”, pontua.
Ela lembra que o tempo recomendado de tela depende da idade. Crianças menores de 2 anos não devem ficar em frente a telas, o uso não é recomendado nem pela Organização Mundial da Saúde, nem pela SBP. Já de 2 a 5 anos, o tempo recomendado é de 1h por dia, enquanto de 6 a 10 anos é 2h por dia e de 11 aos 18 anos 3h por dia. Ela destaca que o uso prolongado de telas pode, inclusive, impactar no desempenho escolar na volta às aulas. “Um comportamento de vício em eletrônicos é um vício como qualquer outro e, ao desregular a rotina de sono e estabelecer outros prejuízos até mesmo a nível de capacidade de memória e atenção, isso repercute fortemente na rotina escolar, pois, prejudica o desempenho cognitivo”, alerta.
Para dar um descanso das telas, uma ideia que Rafaela dá aos pais e responsáveis é tentar resgatar as atividades lúdicas, do tempo de qualidade junto à família e das brincadeiras compartilhadas com outras crianças. “O desenvolvimento humano depende do nível de relações e experiências vivenciadas durante o desenvolvimento infantil. Criança precisa brincar, correr, se sujar, seja por meio do brincar livre ou direcionado”.
Sistema FIEPE – Mantido pelo setor industrial, atua no desenvolvimento de soluções para trazer ainda mais competitividade ao segmento. Além do SESI – que proporciona serviços de saúde e educação básica para os industriários, familiares e comunidade geral – conta ainda com a FIEPE, o SENAI e o IEL. A Federação realiza a defesa de interesse do setor produtivo e contribui com o processo de internacionalização das indústrias. Com o SENAI-PE, além de formação profissional, são oferecidos os serviços de metrologia e ensaios, consultorias e inovação. O IEL-PE foca na carreira profissional dos trabalhadores, desde a seleção de estagiários e profissionais, até a capacitação deles realizada pela sua Escola de Negócios.
HU-Univasf realiza 1º Simpósio sobre Dengue
O Hospital Universitário da Universidade Federal do Vale do São Francisco (HU-Univasf), vinculado à Rede Ebserh, realizará no dia 3 de julho, das 8h às 13h, no Auditório da Biblioteca da Univasf, o 1º Simpósio sobre Dengue: Diagnóstico, Tratamento e Medidas de Prevenção. O HU é um dos pontos de referência no tratamento da Dengue na região, em conjunto com a UPA 24h e Unidades Básicas de Saúde.
O Simpósio, organizado pela equipe da Gerência de Ensino, Pesquisa e Inovação do hospital, é direcionado a médicos e enfermeiros da Rede de Saúde da VIII Gerência Regional de Saúde de Pernambuco (VIII Geres) e profissionais de saúde do HU-Univasf, e tem como objetivo atualizar profissionais da rede de atenção à saúde sobre o manejo do paciente com Dengue, integrando diversas esferas do conhecimento em saúde coletiva.
Ao todo, estão ofertadas 120 vagas, sendo 60 para Petrolina, 40 para os demais municípios dessa Regional e 20 para profissionais do HU-Univasf. Para participar do evento é necessário realizar a inscrição até hoje, 28 de junho, através do formulário eletrônico: https://bit.ly/simpdengue.
A chefe do Setor de Gestão e Ensino, Luciana Mendes, explica que a motivação para realização do simpósio surgiu a partir da construção do Plano de Contingência da Dengue, no início desse ano. “Percebeu-se a importância de manter profissionais, residentes e estudantes atualizados sobre o cuidado e sobre os fluxos assistenciais da rede de saúde”, disse.
O evento contará com palestras ministradas pelo médico infectologista Samuel Ricarte e pela enfermeira Raquel Loura, ambos do HU-Univasf, de representantes da Secretaria Municipal de Saúde de Petrolina e da VIII Geres, regional de saúde que abrange os municípios pernambucanos de Afrânio, Cabrobó, Dormentes, Lagoa Grande, Orocó, Petrolina e Santa Maria da Boa Vista, totalizando cerca de 475 mil habitantes.
Sobre a Dengue
De acordo com dados do Painel de Monitoramento das Arboviroses do Ministério da Saúde, até 27 de junho de 2024, o Brasil registrou 6.148.161 casos prováveis de Dengue. Na região Nordeste, Pernambuco é o segundo estado com o maior número de casos prováveis da doença, já são mais de 26 mil.
A dengue é uma doença viral causada pelo vírus (DENV) do gênero Flavivirus, família Flaviviridae. Com quatro sorotipos diferentes – DENV1, DENV2, DENV3 e DENV4 – , a principal forma de transmissão é pela picada da fêmea infectada do mosquito Aedes aegypti. Outras formas menos comuns incluem transfusão de sangue e transmissão de gestante para bebê. É importante ressaltar que não há contágio por contato direto com pessoa doente.
Sobre a Ebserh
O HU-Univasf faz parte da Rede Ebserh desde 2015. Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Ebserh foi criada em 2011 e, atualmente, administra 45 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) ao mesmo tempo que apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas e inovação.