De cada 100 brasileiros, 87 usavam internet em 2022, aponta IBGE

O uso da internet chegou a 87,2% da população brasileira em 2022, um aumento de 21,1 pontos percentuais em relação a 2016, usada por 66,1% da população. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua – Tecnologia da Informação e Comunicação 2022 (Pnad), divulgada nesta quinta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).Houve aumento mesmo na comparação com 2021, quando o percentual de usuários da rede mundial era de 84,7%. O estudo considerou apenas pessoas com 10 anos ou mais de idade.

O crescimento no acesso à internet foi ainda maior entre as pessoas com 60 anos ou mais. Em 2022, eram 62,1% de usuários, índice superior aos 57,5% de 2021 e cerca de 2,5 vezes maior que os 24,7% de 2016. Ou seja, a parcela de idosos com acesso à rede passou de um quarto para dois terços da população.

“Tem havido uma expansão do uso da internet entre os idosos, ainda que seja o grupo etário com menor percentual de usuários”, disse o pesquisador do IBGE Gustavo Fontes, destacando que a faixa etária com maior uso é de 20 a 29 anos de idade (96,1%).

Segundo o IBGE, esse aumento se deve a evolução nas facilidades para o uso dessa tecnologia e na sua disseminação no cotidiano da sociedade.

O professor aposentado Celso Ribeiro, de 65 anos de idade, disse que a internet o permite ter o mundo em suas mãos. “A chegada do celular, com a sua multifuncionalidade e a sua tecnologia avançada, foi uma feliz coincidência com esse momento da minha vida, de aposentadoria. O celular me ajuda a superar o distanciamento físico decorrente das dificuldades de deslocamento no meio urbano. Tenho literalmente o mundo em minhas mãos e não me deixo virar um fóssil nas linguagens da juventude, porque o celular me coloca em contato com eles o tempo todo”.

Os domicílios com utilização de internet subiram de 90% em 2021 para 91,5% em 2022. Desses 68,9 milhões de residências com acesso à rede no ano passado, 14,3% tinham algum dispositivo inteligente acessado à internet, como câmeras, caixas de som, lâmpadas, ar-condicionado e geladeiras.

Os domicílios com banda larga móvel subiram de 79,2% para 81,2% de 2021 para 2022, enquanto aqueles com banda larga fixa passaram de 83,5% para 86,4%.

Na área rural, o acesso à rede mundial cresceu de 74,7% para 78,1% no período. Já na área urbana, o percentual passou de 92,3% para 93,5%.

Motivos

As razões mais citadas para não ter acesso à rede foram que nenhum morador sabia usar a tecnologia, sendo 34,8% na área urbana e 26,4% na rural; não havia necessidade, 28,5% nas cidades e 19,6% no campo, e serviço de acesso ser caro, 28% e 30,6%, na área urbana e rural, respectivamente. Na zona rural, destaca-se também o fato de que não havia serviço disponível na área (15,2%).

Os principais motivos para o uso da internet no Brasil são conversar por chamadas de voz ou vídeo (94,4%), enviar ou receber mensagens de texto, voz ou imagens (92%) e assistir a vídeos (88,3%). Foram citados também o uso de redes sociais (83,6%), ouvir música, rádio e podcast (82,4%), ler jornais, notícias, revistas e livros (72,3%), acessar bancos e outras instituições financeiras (60,1%) e enviar ou receber e-mails (59,4%).

Segundo a Pnad, 93,4% dos usuários usavam internet todos os dias e apenas 0,7% usavam menos do que uma vez por semana, ou seja, havia semanas em que não usavam a internet.

A pesquisa também mostrou que havia disparidade entre estudantes de escolas particulares e de escolas públicas, em 2022. Enquanto os de escolas privadas, 98,4%, tinham acesso à internet, entre os estudantes da rede pública o percentual era 89,4%, ou seja, 9 pontos percentuais abaixo.

Entre os estudantes de escolas públicas, 26,7% usavam conexão gratuita em instituições de ensino ou bibliotecas para acessar a internet.

Televisão e rádio

A forma preferida de acesso à internet foi o celular (98,9%), seguida pela televisão (47,5%), computador (35,5%) e tablet (7,6%). O acesso por computador e tablet decaiu bastante em relação a 2016, quando os percentuais eram 63,2% e 16,4%, respectivamente.

A proporção de domicílios com televisão caiu de 95,5% em 2021 para 94,9% em 2022. Em 2016, essa taxa era de 97,2%.

“A pesquisa tem mostrado uma queda gradual, ainda que muito lenta. Isso pode refletir hábitos de consumo da população, hábitos de lazer, como as pessoas acessam vídeos. Isso pode refletir alguma mudança gradual de hábito”, explica Fontes. “Mas a pesquisa não investiga exatamente isso. A gente não pergunta por que não tem televisão”.

Dos lares com o aparelho, 43,4% tinham assinatura de serviços de streaming. Já os domicílios com rádio eram apenas 56,5% e aqueles com telefone fixo somaram 12,3%, bem abaixo dos 32,6% de 2016.

Edição: Fernando Fraga/Agência Brasil

Facebook e Instagram fora do ar: redes apresentam erro no Brasil e no mundo

Facebook e Instagram estão fora do ar na tarde desta quarta-feira (13). Não é possível comentar ou publicar conteúdo no Facebook — tanto em perfis pessoais quanto páginas. No Instagram, uma das mensagens exibidas é “Erro de rede desconhecido”, a outra é “Ops. Ocorreu um erro. Estamos trabalhando para resolvê-lo o mais rápido possível”. O feed da rede de fotos também parou de carregar para algumas pessoas.

Segundo relatam usuários no Twitter, não é possível postar Stories, enviar Direct e há casos em que o app é desconectado e não é possível fazer login novamente. No momento, o WhatsApp também apresenta erro para enviar áudios e imagens e o Messenger também tem falhas, mostrando apenas conversas antigas.

No Facebook, uma das mensagens exibidas fala que o site está “fora do ar para manutenção”. Também foram registradas falhas de login, erros na publicação dos posts e comentários. De acordo com os usuários, o upload de fotos também está comprometido.

Via: Techtudo

WhatsApp testa ferramenta para impedir encaminhamento de ‘fake news’

O WhatsApp está testando mais ferramentas destinadas a combater a disseminação de ‘fake news’. A mais recente é uma etiqueta que o avisa caso uma mensagem (seja de texto, notícias, imagens ou vídeos) que seja “reencaminhada frequentemente”.

Esta etiqueta deve surgir caso a mensagem em questão tenha sido reencaminhada mais que quatro ou cinco vezes. A mensagem de aviso vai aparecer antes que o usuário de fato reencaminhar, com o objetivo de o fazer refletir se se trata ou não de uma mensagem falsa e se deve partilhá-la com mais pessoas.

A opção deve ajudar a combater as ‘fake news’ no WhatsApp, que tem vindo a ser um problema em diversas partes do mundo. Como mostra o WABetaInfo, não se sabe ainda se a função será ou não lançada mas, tendo em conta que já se encontra na versão beta do WhatsApp, é possível que esteja disponível em breve.

FaceApp rouba dados de usuários? Entenda termos de privacidade do app

O FaceApp está bombando nas redes sociais por conseguir um resultado convincente ao deixar uma pessoa com aparência mais velha nas fotos. No topo da lista de downloads na Google Play Store e na App Store, o aplicativo conta com outros filtros também populares, como o que deixa o rosto mais jovem e o que “muda o sexo”.

Embora pareça divertido, o serviço, disponível para Android e iPhone(iOS) traz preocupações em relação à sua política de privacidade e aos termos de uso. Isso porque os dois documentos são vagos e não oferecem muito respaldo aos seus usuários, dando brechas para uso abusivo das fotografias por parte da empresa. Confira abaixo os principais aspectos dos termos do FaceApp antes de baixar e usar o aplicativo viral.

O fato de o FaceApp ser desenvolvido pela Wireless Lab, uma empresa russa, também tem sido motivo para levantar suspeitas. No entanto, o funcionamento do app em si não parece ter nada de anormal. A Kaspersky analisou o serviço e não identificou atividade maliciosa. “A foto é enviada para os servidores do app, que fazem a modificação e enviam de volta para o usuário”, descreve Fabio Assolini, analista sênior de segurança da empresa de antivírus.

Política de privacidade do FaceApp

Especialistas em segurança avaliam que a política de privacidade do FaceApp é extremamente vaga, não fornecendo informações de como realmente os dados do usuário são utilizados pela companhia. Nas palavras do comentarista de tecnologia Stilgherrian ao veículo ABC News, “Esta é uma política de privacidade padronizada, que efetivamente oferece a você nenhuma proteção”.

No primeiro tópico do texto, “Informações que coletamos”, a companhia afirma que usa ferramentas de análise de terceiros para medir o tráfego e as tendências de uso, e que essas ferramentas coletam informações como “páginas da web visitadas, extensões e outras informações que nos auxiliam na melhoria do serviço”. Ao inserir este último trecho, o aplicativo admite que pode coletar qualquer tipo de informação que ele próprio julgar conveniente, sem especificar quais dados ou de que forma serão trabalhados.

Já no terceiro item, “Compartilhamento de Suas Informações”, o FaceApp abre o parágrafo afirmando: “nós não iremos alugar ou vender suas informações para terceiros fora do FaceApp (ou do grupo de empresas das quais a FaceApp faz parte)”. Porém, apenas algumas linhas depois, a plataforma explicitamente diz que compartilha algumas informações com parceiros de publicidade de terceiros, com o objetivo de fornecer anúncios segmentados.

O aplicativo ainda se resguarda o direito de contornar leis de proteção de dados de determinadas regiões. Ele faz isso transferindo dados dos usuários para servidores em países onde tais legislações não existem, conforme descrito no tópico 4, “Como armazenamos suas informações”.

“FaceApp, suas Afiliadas ou Provedores de Serviços podem transferir informações que coletamos sobre você, incluindo informações pessoais, além das fronteiras do seu país ou jurisdição para outros países ou jurisdições ao redor do mundo. Se você estiver na União Europeia ou em outras regiões com leis que regem a coleta e uso de dados que possam diferir da legislação dos EUA, por favor note que podemos transferir informações, incluindo informações pessoais, para um país e jurisdição que não tenha a mesma proteção de dados.”

Termos de Uso

Os termos de uso do FaceApp podem ser igualmente problemáticos. Em um dos tópicos, “Conteúdo do Usuário”, o documento determina:

“Você concede ao FaceApp uma licença perpétua, irrevogável, não exclusiva, isenta de royalties, global, totalmente paga, sublicenciável e transferível para usar, reproduzir, modificar, adaptar, publicar, traduzir, criar trabalhos derivados, distribuir, executar publicamente e exibir seu Conteúdo de Usuário e qualquer nome, nome de usuário ou imagem fornecidos em conexão com o seu Conteúdo de Usuário em todos os formatos e canais de mídia atualmente conhecidos ou desenvolvidos posteriormente, sem qualquer compensação para você.”

No trecho supracitado, a companhia indica que poderá fazer o que quiser com as fotos enviadas para o app, e essa ação é irrevogável. Uma vez que os termos de uso forem aceitos por alguém, essa pessoa não terá mais direito de voltar atrás e suspender o direito do aplicativo de usar suas imagens.

Um pouco mais adiante, o texto afirma que aceitar os termos implica em dar consentimento para que o FaceApp use o conteúdo de usuário independentemente de esse conteúdo incluir nome, semelhança, voz ou personalidade de um indivíduo em nível suficiente a indicar sua identidade. Assim, seu rosto — seja ele envelhecido ou não — pode acabar em um outdoor em um país remoto sem que você possa reclamar.

Outras polêmicas

O fato de o FaceApp ser desenvolvido pela Wireless Lab, uma empresa russa, também tem sido motivo para levantar suspeitas. No entanto, o funcionamento do app em si não parece ter nada de anormal. A Kaspersky analisou o serviço e não identificou atividade maliciosa. “A foto é enviada para os servidores do app, que fazem a modificação e enviam de volta para o usuário”, descreve Fabio Assolini, analista sênior de segurança da empresa de antivírus.

Uma polêmica real a respeito da plataforma é seu histórico de racismo. Quando foi lançado, no início de 2017, o FaceApp possuía um filtro de “embelezamento” que clareava o tom dos usuários, causando resultados inusitados em pessoas negras.

Por: Raquel Freire, para o TechTudo

Programa desenvolvido pelo Grupo Antônio Sousa pode revolucionar acesso via reconhecimento facial

A Safety Access é um programa que foi desenvolvido pela Safety Sistens do Grupo Antônio Sousa e já foi devidamente registrado no Instituto Nacional da Propriedade Industrial em maio/2019 com a proposta de revolucionar o futuro do controle de acesso via reconhecimento facial.

A partir de agora o objetivo é que os sistemas de reconhecimento de firma, procurações, acessos de autoridades em órgãos públicos, e validação de todos os documentos, passem a serem realizados por meio do reconhecimento facial dos envolvidos pelo sistema Safety.

O reconhecimento facial é uma técnica de biometria baseada nos traços do rosto das pessoas. Não novidade que o sistema já é adotado em várias parte do mundo com eficácia, mas no Brasil a Safety tem sido pioneira. Mesmo quando duas pessoas são parecidas, o Safety Access é capaz de distingui-las com precisão.

(Por Portnalli Alencar Filho)

Profissões do futuro, entenda o que os vestibulandos esperam do mercado de trabalho

Com o desenvolvimento das tecnologias e a ampliação do mercado de trabalho, muitas profissões estão surgindo como opções para os estudantes. Se antes direito e engenharia eram as profissões mais escolhidas, hoje em dia o ramo tecnológico vem ganhando força e podem se tornar os cargos do futuro.

Entender o surgimento dessas profissões é importante para prever cenários e se preparar para suprir as demandas do mercado de trabalho. Especialista em 3D, agricultor urbano, criador de conteúdo digital, tecnologia da informação (TI) e bioinformática são algumas das profissões que vêm crescendo e ganhando espaço.

Para o professor de biologia do Colégio Motivo, André Ulisses, as profissões do futuro precisam ser ensinadas aos alunos. “É importante para ajudar o aluno a se organizar e orientar sobre qual profissão ele quer seguir e não ficar para trás com o avanço da tecnologia, além disso, vai mostrar ao aluno que ele pode transitar por várias áreas profissionais e não só se prender apenas em um segmento profissional”, afirma o professor. “Nas aulas, apresento aos alunos a riqueza do ramo da impressão 3D, que ainda é uma área pouco explorada, mas faz parte das profissões do futuro”, completa.

O professor é responsável pelo laboratório maker no colégio, que funciona com aulas fixas e aulas especiais, atendendo os alunos do ensino fundamental II e ensino médio, onde eles realizam atividades teóricas e práticas, além de pesquisas focadas em feiras estudantis nacionais e internacionais com o grupo de iniciação científica do Motivo.

Além de surgir novas profissões, algumas mais tradicionais vão sendo aprimoradas e inserindo a tecnologia no dia a dia. “A maioria das profissões estão se adaptando cada vez mais às novas tecnologias, a exemplo da medicina, já está se tornando possível a impressão de órgãos humanos funcionais em impressoras 3D, além do uso de robôs em cirurgias”, explica André.

Com a chegada dos vestibulares nesse fim de ano, os alunos do ensino médio ficam cada vez mais atentos e passam a se questionar sobre o futuro. Para quem está em transição do ensino fundamental ao superior, o acompanhamento dos professores e demais instrutores do sistema educacional é indispensável.

CNH Digital já pode ser gerada sem precisar ir ao Detran; veja como

O ministro das Cidades, Alexandre Baldy, lançou ontem (20) um aplicativo para gerar a Carteira Nacional de Habilitação Digital (CNH) pelo celular ou tablet. A ferramenta é o primeiro dispositivo da categoria no mundo.

“Lançamos a carteira 3.0, uma ferramenta inovadora que o Brasil é vanguardista no mundo todo, para que os 25 milhões de brasileiros que já têm o QR Code no verso da sua CNH física possam utilizar no meio digital”, declarou Baldy.

Segundo o ministro, o passo inovador “é uma política pública que em médio e longo prazo vai se tornar desnecessária à impressão da CNH pelo papel, o que vai reduzir custo para o cidadão e do órgão público perante o usuário que o fizer pelo meio digital”.

Criado por meio do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e em parceria com Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), o aplicativo permite gerar o documento eletrônico remotamente sem a necessidade do comparecimento ao Departamento de Trânsito (Detran) ou do uso de certificado digital. Até o momento, cerca de 620 mil CNHs digitais foram emitidas em todo o país.

Para ter acesso a novidade é necessário ter CNH com QR Code impresso no verso do documento e fazer o download do aplicativo Carteira Digital de Trânsito (CDT), disponível gratuitamente na Google Play e App Store. Atualmente, mais de 26 milhões de brasileiros possuem o documento com o código de barras bidimensional.

Segurança

A nova funcionalidade traz duas ferramentas de segurança, QR Code e reconhecimento facial. Existem diferentes camadas no aplicativo que garantem a segurança do processo de emissão do documento. “Primeiro, o dispositivo móvel realiza a leitura e validação do QR Code, impresso na parte interna da CNH em papel. Depois, o cidadão passa por uma etapa de validação biométrica facial, garantindo a correta identificação da pessoa”, explica a diretora-presidente do Serpro, Glória Guimarães.

Passo a passo

A CNH Digital pode ser utilizada por todos os motoristas que possuem a versão mais recente da carteira em papel, emitidas a partir de maio de 2017, com um QR Code impresso na parte interna.

Para obter o documento eletrônico, é preciso fazer o download do aplicativo Carteira Digital de Trânsito (CDT), disponível gratuitamente na Google Play e App Store. A CNH Digital poderá ser acessada pelo dispositivo móvel mesmo offline, ou seja, sem internet.

Após realizar o cadastro no aplicativo o usuário recebe um e-mail e deve clicar no link para ativar o registro. Em seguida, deve-se fazer login no aplicativo e clicar em “adicionar documento”, que será a CNH Digital.

A CNH Digital pode ser emitida de três maneiras: “pelo celular”, “com certificado digital” e “sem certificado” (comparecimento ao Detran). Se a opção for “pelo celular”, o usuário deve primeiro usar o seu dispositivo móvel para ler o QR Code, que fica na parte interna da CNH em papel.

Depois, ele faz a chamada “prova de vida”, um movimento físico do usuário lido pela câmera do celular para garantir que ele é a mesma pessoa que está sendo identificada. Depois de confirmar a validação, será necessário informar o número de telefone celular para ter acesso a CNH Digital no dispositivo móvel.

O aplicativo vai solicitar ao usuário a criação de uma senha de quatro dígitos, chave de acesso a qual deverá ser inserida toda vez que o documento digital for utilizado.

As informações são da Assessoria de Comunicação Social do Ministério das Cidades

Quase metade do planeta ainda não tem acesso à internet, aponta estudo

Em 2019, o acesso à internet passou a estar disponível a 51% da população mundial. Foi o primeiro ano em que a conectividade ultrapassou a casa dos 50%. Contudo, o índice mostra que, a despeito da Rede Mundial de Computadores ter ganhado importância nas mais diversas esferas sociais nos últimos 20 anos, quase metade da população ainda não dispõe desse recurso. A informação é apresentada e discutida no relatório “Estado da Banda Larga 2019“, da Comissão de Banda Larga, grupo que reune representantes de empresas e das Nações Unidas.

Quando considerados os domicílios, o índice aumenta, chegando a 57,8%. Em 2005, 19% das casas conseguiam navegar na web. Contudo, quando considerada a banda larga fixa, o percentual cai para 14%. Já o ritmo de crescimento de conectividade em lares desacelerou, tendo saído de 53% para 54,8% entre 2017 e 2018. Em países mais pobres, a taxa de crescimento caiu de 19% em 2017 para 17,5% em 2018.

A análise sobre a presença de lares atendidos por serviços de fixas de banda larga é considerada importante por pesquisadores uma vez que as conexões móveis em geral possuem limitações para a fruição plena de serviços, como franquias que restringem o consumo, por exemplo, de vídeos em quantidade razoável.

Banda larga é o termo empregado para a conectividade com uma velocidade de pelo menos 256 kbps e que assegure um conjunto mínimo de atividades online, como visitação de sites e aplicações de comunicação. O índice de 51% ainda está distante da meta de chegar a 75% de penetração até 2025.

Desigualdades

O relatório aponta que para além de metade da população estar fora da internet, entre os conectados há desigualdades importantes. “As distâncias existentes na adoção de conectividade são conduzidas por brechas de diferentes tipos: geografias (áreas urbanas x rurais), renda (ricos x pobres), idade e gênero, entre outros”, destaca o relatório.

Enquanto a conexão de baixa qualidade foi apontada por 43% em países mais pobres, o problema foi mencionado 25% de entrevistados em nações mais ricas. Outro exemplo mais claro é no preço dos pacotes entre diferentes regiões do globo. Enquanto o preço de uma franquia de 1 giga em países do Sul da Ásia consome 1,2% da renda mensal média, na África Subsaariana o serviço custa o equivalente a 6,8% da receita média mensal.

Redes

Contudo, conforme o relatório a infraestrutura avançou e hoje está presente em localidades abrangendo 96% da população mundial. O tráfego internacional de dados é realizado por 400 cabos submarinos, abarcando 1,2 milhão de quilômetros, e por 775 satélites com atuação em serviços de comunicação na órbita da Terra.

No ecossistema móvel, 2018 foi o ano em que a tecnologia 4G se tornou hegemônica, ultrapassando a 2G, sendo responsável por 44% das conexões móveis. Citando dados da consultoria GSMA, o documento ressalta que o 5G, o novo paradigma tecnológico dos serviços móveis, tornou-se “uma realidade”.

No ano passado, o novo padrão foi lançado nos Estados Unidos e na Coreia do Sul. Em 2019, a previsão é que ele passe a ser ofertado em 16 novos países. A expectativa da GSMA é que em 2025 haja 1,4 bilhão de conexões, cerca de 15% da base total.

Encruzilhada

Para os autores, a Internet se encontra em uma “encruzilhada”. “Há um reconhecimento crescente de que os desafios e riscos demandam políticas e regulações específicas, assim como novas abordagens de negócio e iniciativas industriais voltadas a mitigar efeitos não intencionados e resultados negativos da adoção da internet”.

O documento ressalta que as pessoas não podem apenas ser divididas entre usuários e não-usuários, mas deve ser entendida a diversidade de formas de conectividade e experiências online. O reconhecimento dessas especificidades passa pela consideração de públicos mais vulneráveis em sua presença na web. Mulheres estão sujeitas a perseguição, assédio e discurso de ódio na web. Já crianças são vítimas de abusos, exploração e bullying.

Diante à variedade de formas de acesso, os autores defendem o que chamam de “conectividade universal relevante”. Essa noção envolve uma banda larga “disponível, acessível, relevante, barata, segura, confiável e que empodere os usuários levando a impactos positivos”. Essa percepção leva em consideração também não somente o custo, mas diferentes motivadores para se conectar e ter experiências de qualidade no ambiente online.

Modalidades de uso

Considerando a variedade de experiências, o relatório traz dados sobre diferentes modalidades de atividades na web (ver gráfico). A troca de mensagens por apps como Whatsapp e FB Messenger é o mais popular, seguida por redes sociais, ligações online e ler notícias. As ações variam conforme a renda, com a prática de obter informação e comprar produtos sendo mais comum em países mais ricos.

Por: Agência Brasil

Usuários do GB WhatsApp e WhatsApp Plus terão contas banidas; veja como evitar

Segundo informações publicadas em seu site oficial, o WhatsAppdeve começar, ao longo deste mês, a eliminar contas que fazem uso de versões não-oficiais do seu aplicativo de mensagens. A empresa refere-se à ação como “banimento temporário”, indicando a possibilidade de que eliminações possam ser revertidas, mas não oferece mais detalhes sobre esta parte específica. Em suma, programas como o GB WhatsApp e o WhatsApp Plus, entre diversos outros, devem se tornar inutilizáveis em um futuro próximo.

Informações publicadas por fontes da imprensa internacional dizem que o WhatsApp decidiu seguir com esta ação por não poder validar a segurança desses apps terceirizados. “O WhatsApp dá profunda importância à segurança de nossos usuários. A fim de proteger a privacidade e segurança de suas contas, nós enfaticamente recomendamos que eles baixem o WhatsApp apenas por meio das lojas oficiais ou pelo nosso site. Nós continuamente aprimoramos nossas defesas contra serviços impostores a fim de ajudar a reduzir o abuso e manter os usuários do WhatsApp seguros”, disse um porta-voz da empresa ao Indian Express.

Usuários passarão a receber, dentro dos apps não-oficiais, mensagens da própria empresa, informando-os de um “banimento temporário”. Se você faz uso de algum desses apps, veja a seguir o tutorial elaborado pelo próprio WhatsApp para migrar a sua conta para a versão sancionada pela empresa. Lembrando que, antes de tudo, é necessário aguardar o prazo para o fim do banimento. A própria mensagem mostrará um timer que informará a duração exata.

suários do WhatsApp Plus deverão, segundo a empresa, ter seu backup restaurado normalmente assim que logaremno app oficial. Já os usuários do GB WhatsApp deverão seguir os passos a seguir:

  1. Clique em “More Options” (“Mais Opções”)
  2. Vá até “Chats”/”Conversas” e selecione a opção de backup das mensagens
  3. Feche o app e abra o gerenciador de arquivos do seu smartphone
  4. Encontre a pasta “GB WhatsApp” e renomeie-a para “WhatsApp”
  5. Feche o gerenciador e vá para a Play Store
  6. Baixe o aplicativo oficial do WhatsApp
  7. Insira seu número de telefone e, posteriormente, o código enviado a você por SMS
  8. Quando oferecida, selecione a opção de restaurar um backup

O WhatsApp vai procurar a pasta correspondente (que você renomeou anteriormente) em seu gerenciador e fará a restauração das mensagens.

Fonte: Indian Express

Usuários do WhatsApp em breve só serão adicionados em grupos após permissão

Quem está no WhatsApp sabe que uma das maiores frustrações do aplicativo é ser adicionado a um grupo de conversa no qual não quer participar. Quantas vezes foi adicionado a um grupos sem que tenham pedido sua permissão? Ainda pode sair dele mas tal ação pode criar um certo constrangimento com as outras pessoas do grupo.

Pois bem, diz o WABetaInfo que este tipo de situação e está prestes a acabar. Segundo a publicação será  enviado um pedido de permissão aos usuários antes de serem adicionados aos grupos.

Entre a seleção é possível continuar deixando que qualquer pessoa o adicione ou determinar que só os seus contatos o façam. Em último caso, poderá também definir que fica proibido lhe adicionar em grupos sem sua permissão.

Caso decida aplicar estas restrições, passará a receber um convite sempre que for adicionado a um grupo, o qual poderá ‘aceitar’ ou ‘rejeitar’ no espaço de 72 horas, sendo que posteriormente o convite é eliminado por inteiro.

Esta funcionalidade está atualmente em desenvolvimento e ainda não tem qualquer data de lançamento. Ainda assim, é mais que provável que o WhatsApp venha a lançá-la dada a frequência com que é pedida pelos usuários do app.